Feed on
Posts
Comments

Renata Giraldi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina hoje (23) um acordo de parceria privilegiada com o presidente de Angola, José Eduardo dos Santos. Com a parceria, Brasil e Angola estabelecem que os presidentes dos dois países devem se reunir ao menos uma vez por ano e que o diálogo entre os ministros deve ser ampliado em todos os setores. Há três anos, Lula e Santos definiram as prioridades.

A ideia é que o Brasil forneça conhecimento e tecnologia nas áreas de agricultura, saúde e educação, além de defesa.  Desta vez, serão intensificados a implementação do sistema de saúde pública angolano, projetos de combate à anemia falciforme e a execução de programas de ensino superior e técnico.

Reeleito em 2008, Santos está no poder há 31 anos. O partido dele obteve mais de 80% dos votos nas últimas eleições, e a principal legenda de oposição, Unita, conseguiu apenas 10%. Os outros 10% dos votos foram compartilhados por siglas menores.

Lula e Santos deverão passar apenas algumas horas reunidos em Brasília. Eles assinarão o acordo de parceria estratégica e firmarão uma série de ações conjuntas. Para ampliar as relações comerciais entre os dois países, foram convidados empresários angolanos e brasileiros. Depois das reuniões, haverá um almoço no Palácio Itamaraty. De janeirooutubro de 2009, a corrente de comércio entre o Brasil e Angola foi de US$ 1,226 bilhão. Só no ano passado, os produtos industrializados representaram 84,4% da pauta exportadora brasileira, seguidos pelos básicos que representam 15,5%.

Para Angola, os principais produtos brasileiros vendidos foram carne de frango congelada, fresca ou refrigerada, açúcar refinado, veículos de carga, chassi com motor e carrocerias para automóveis, entre outros.

Com uma economia dominada pela produção de petróleo e diamantes, o governo de Angola tem se dedicado à diversificação por meio do estímulo à criação de um fundo de US$ 600 milhões. Apenas a produção de petróleo no país é de cerca de 2 milhões de barris por dia e a de diamantes de mais 10 milhões de quilates por ano.

Brasil e Angola reunidos


Os governos de Angola e Brasil devem assinar hoje, em Brasília, vários instrumentos jurídicos para o reforço da cooperação entre os dois Estados. Os acordos serão assinados no âmbito da visita oficial de dois dias do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, ao Brasil, que iniciou ontem, terça-feira, a convite do seu homólogo, Luiz Inácio Lula da Silva.

Os acordos, destinados ao reforço das relações de cooperação entre os dois Estados e Governos, devem incidir sobre os domínios das Finanças, Defesa, Agricultura, Educação e Saúde, entre outros.

O Brasil foi o primeiro país a reconhecer a independência de Angola, proclamada a 11 de Novembro de 1975. Desde 1980, as nações mantêm acordos gerais de cooperação Económica, Técnico-científica e Cultural.

Dados divulgados pela Angop indicam que em 2009 as exportações brasileiras para Angola alcançaram 1,33 biliões de dólares, com destaque para bens alimentares, materiais de construção, camiões, tractores e outros equipamentos.

As exportações de Angola para este país da América do sul atingiram 137.7 milhões de dólares, sendo principal produto o petróleo.

PUBLICADA POR REVISTA ANGOLA´IN EM 11:56

O volume de negócios do Brasil em Angola para este ano poderá aproximar-se dos 4.300 milhões de dólares norte-americanos. Este valor foi alcançada em 2008, mas em 2009 sofreu uma redução significativa. A notícia foi divulgada hoje pelo embaixador do Brasil em Angola, Afonso Cardoso, em declarações à imprensa, à saída de uma audiência concedida pelo presidente da Assembleia Nacional em exercício, João Lourenço. O diplomata salientou que em 2009 houve uma redução do volume de negócios devido à diminuição das exportações do Brasil para Angola, mas este ano o quadro poderá ser melhor.

Afonso Cardoso considerou de “bastante positiva” a cooperação entre os dois países, caracterizada por uma intensidade de relacionamento que se estende a todas áreas. “As nossas relações não estão limitadas a diversos sectores, elas abrangem todas as áreas, destacando-se as da Saúde, Educação, Comércio, Investimentos, Cultura, Ciência, entre outras”, sublinhou. Realçou o facto de as empresas brasileiras investirem em Angola e vice-versa, deixando de depender apenas das exportações. Esta situação revela o “grande” relacionamento entre os dois Estados, que tendem cada vez mais a aprofundar-se para benefício dos dois povos.

Debruçando-se acerca da sua missão no país, realçou que foi com “enorme” honra, como diplomata, que serviu Angola, um Estado com o qual o Brasil esta ligado por laços históricos.

Afonso Cardoso deixa domingo o país e vai desempenhar as funções de cônsul do Brasil em Toronto, Canadá.

Fonte: Revista Angola´in

Economia
Avaliação do risco soberano “rating” de Angola é positiva

Luanda – No âmbito da abertura progressiva da economia angolana aos mercados internacionais, o executivo angolano mandatou as três maiores agências mundiais de avaliação de risco (‘rating’), nomeadamente a Ficht, a Moody’s e a Standard & Poor’s (S&P), para efectuarem a avaliação de risco soberano de Angola, soube a Angop de fonte segura do Ministério de Coordenação Económica.

No caso de Angola, este primeiro exercício de classificação de risco soberano é um marco importante no aprofundamento da integração da economia do país nos mercados internacionais, pois melhora o seu estatuto no mercado financeiro global e na economia mundial.

Como se sabe, as avaliações de risco soberano reflectem a opinião sobre a capacidade de um país honrar as suas dívidas e a publicação dos relatórios das agências de “rating” dá, com efeito, aos investidores internacionais uma avaliação independente a respeito do potencial económico de Angola e, deste modo, facilita o acesso aos empréstimos internacionais por parte do Governo, das empresas e das instituições financeiras nacionais e a atracção de investimentos para o país.

Em resultado do seu trabalho de avaliação, a agência Fitch atribuiu a Angola a classificação B+ e a agência Moody’s atribuiu B1 (que é equivalente a B+), ambas com perspectiva positiva, e a agência S&P atribuiu a classificação B+, com perspectiva estável.

Em termos comparativos, a agência S&P confere tanto a Angola como à Nigéria o mesmo patamar B+, enquanto o Ghana, Cabo Verde, Uganda, Moçambique e Quénia estão classificados, ou no mesmo patamar, ou num patamar inferior.

Contudo, diferentemente desses países, a perspectiva positiva para Angola, tanto da Moody’s como da Fitch, constitui a indicação da existência de um potencial de elevação de Angola para uma categoria BB (a categoria imediatamente superior a B+), num prazo relativamente curto, caso as perspectivas de progresso económico e institucional das agências se materializem.

Além disso, tratando-se da sua primeira avaliação, a classificação de risco soberano de Angola é igual às classificações iniciais obtidas por países emergentes como a Rússia e o Brasil, países que devido às suas realizações económicas e institucionais viram as suas classificações de risco melhorarem rapidamente.

De facto, a primeira classificação atribuída pela agência S&P ao Brasil, em Julho de 2002, foi um B+ com perspectiva estável (igual à atribuída agora a Angola, por esta agência). As classificações posteriores foram melhorando e, em Abril de 2008, o “rating” deste país era de BBB – com perspectiva estável.

O primeiro “rating” da Rússia, por seu lado, obtido em Dezembro de 2001, pela S&P foi um B+ com perspectiva positiva (o mesmo atribuído a Angola pelas agências Moody e Fitch). Posteriores classificações fizeram evoluir este ‘rating’ para BBB com perspectiva estável, em Dezembro de 2008.

De acordo com os relatórios das agências, a classificação de Angola reflecte uma visão equilibrada da sua dotação de recursos naturais e das boas perspectivas de estabilidade macroeconómica, de maior crescimento económico e desenvolvimento, bem como a necessidade de reforço da sua capacidade institucional do Governo, que aliás já denota um aumento crescente neste domínio.

As agências apreciaram favoravelmente os recentes esforços do Executivo para a reconstrução das infra-estruturas do país, que vêm aumentando a capacidade produtiva dos sectores não petrolíferos e contribuindo para superar os constrangimentos relativos à produção interna.

De igual modo elas avaliaram positivamente os esforços de longo prazo para a consolidação da estabilidade política e as mudanças constitucionais e institucionais recentes.

As agências também apreciaram as medidas em curso no âmbito das políticas fiscal e monetária e para diminuir a vulnerabilidade da economia à volatilidade dos preços do petróleo.

A esse respeito, consideram o programa acordado entre Angola e o FMI, em fins de 2009, como um factor positivo, que mostra a determinação do Executivo de seguir adiante com as políticas visando a normalização dos mercados, a manutenção da
estabilidade macroeconómica e a diversificação económica.

Finalmente, as agências consideram que a forte retoma do crescimento económico, em 2010 e nos anos futuros, contribuirá para o êxito das medidas do Executivo e para que se alcance, níveis maiores de diversificação económica.

Fonte: Angola Press

Ana Lucy Peterson deverá ser a nova embaixadora do Brasil em Angola

Ana Lucy Peterson referiu no Senado a importância política e econômica de Angola, bem como as relações comerciais e empresariais existentes entre os dois países.

Da Redação

C.Gallo/Ag.Senado

Brasília – A diplomata Ana Lucy Gentil Cabral Petersen deverá ser a próxima embaixadora do Brasil em Luanda. Ana Peterson foi ouvida, quinta-feira, pelos senadores da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).

A mensagem governamental com a indicação de Ana Lucy Petersen para embaixadora em Angola recebeu voto favorável do relator, senador Geraldo Mesquita Júnior.

Chefe de gabinete do secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Samuel Pinheiro Guimarães Neto, a diplomata, natural de Fortaleza (Ceará), exerceu, entre outras funções da carreira diplomática do Itamaraty, a de diretora do Departamento dos Direitos Humanos e Temas Sociais.

Durante a sessão no Senado, a embaixadora enfatizou que Angola tem uma “relação privilegiada com o Brasil”, que foi o primeiro país a reconhecer a sua independência de Portugal, em 1975.

Ana Lucy Peterson referiu ainda a importância política e econômica de Angola, bem como as relações comerciais e empresariais existentes entre os dois países.

De acordo com a diplomata, Angola já é o segundo maior parceiro comercial da China na África e “o mundo inteiro está interessado no potencial” do país

O Porto do Soyo, na província do Zaire, está a aumentar o seu investimento em infra-estruturas técnicas e administrativas, para responder ao crescimento económico da região e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Segundo o seu director-geral adjunto, Abel Paulo, o programa de investimento iniciou este ano, devendo terminar em 2011.
O programa visa a aquisição de equipamentos portuários e a construção de mais 300 metros de cais, a construção de um novo edifício administrativo principal e os portos secos do Nzeto e do Tomboco.
Em declarações à Angop, Abel Paulo salientou que as novas descobertas nos blocos petrolíferos da região, a entrada para breve da produção da fábrica de gás liquefeito “Angola LNG”, o impulso do turismo local, as perspectivas de novos dados sobre o crescimento da indústria das pescas, o comércio e outros, animam a empresa para novos investimentos.
Abel Paulo disse que os investimentos abarcam ainda a reabilitação e o apetrechamento do Porto do Nóqui, que constitui uma unidade de produção ligada ao Porto do Soyo.
O responsável não avançou os valores monetários a serem empregues, mas precisou que serão necessários quatro camiões atrelados, duas gruas com a capacidade de 90/100 toneladas, bem como máquinas empilhadoras de 25 e 45 toneladas.

Manutenção da bacia

O director-geral do Porto do Soyo acrescentou que está também prevista a aquisição de uma draga de grande capacidade, para a manutenção regular das bacias de manobras do Porto do Soyo, Nóqui e também do Porto de Cabinda, que é parceiro alternativo.
As fortes correntes do Rio Zaire ou Congo são factores que influem na afectação periódica das bacias de manobras portuárias, o que pode desanimar os armadores, devido a constrangimentos nas suas operações de navegação”, referiu
Afirmou que o programa de modernização e expansão do Porto do Soyo inclui uma dragagem preventiva à bacia de manobras do Porto do Nóqui, no Rio Zaire ou Congo, entre a vila do Nóqui (Angola) e de Matadi (RDC).
O Porto do Nóqui é imprescindível ao movimento de mercadorias pelas autoridades do Baixo Congo. Já recebemos algumas comissões ministeriais preocupadas com o reinício das actividades da unidade, de que sabemos, beneficia à RDC com baixos custos operacionais em relação ao Porto de Matadi, informou.

Novo edifício

Abel Paulo anunciou que está a ser erguido um edifício de dois pisos, com uma área instalada de cerca de 4.500 metros quadrados, onde vai funcionar a direcção e todas as áreas operacionais, centro de formação, refeitório e outros sectores.
Actualmente, o Porto fluvial do Soyo recebe, em simultâneo, cinco navios e movimenta anualmente mais de sete milhões e 600 toneladas de mercadorias importadas e exportadas.
De acordo com o gestor, o movimento de navios de cabotagem nacional diminuiu nos últimos tempos, apontando como razões a inexistência ou fraca frota da Cabotang e Sécil Marítima.
Em termos de receitas, o Porto do Soyo arrecadou, em 2009, mais de 124 milhões de kwanzas, mais 13 milhões em relação ao ano de 2008, provenientes da cobrança da curta estadia e acostagem de navios que escalam o Soyo.
O Porto do Soyo tem 30 anos de existência e foi criado, fundamentalmente, para apoiar o relançamento das operações da indústria petrolífera, tempos depois da independência nacional.

Fonte: Jornal de Angola

Franchise, ou franquia, na forma aportuguesada, é uma palavra que está cada vez mais a fazer parte do vocabulário de empresários de países emergentes e em desenvolvimento. Depois de se tornar um sistema de negócio bem estabelecida nos Estados Unidos, Europa e outras nações periféricas, o modelo de franchising parte para locais onde as maiores marcas do mundo ainda não conseguiram entrar, como Angola.

Mas no que consiste, de facto, o franchising? Em termos práticos, pode-se definir este modelo de negócio como a compra dos direitos de uso sobre uma marca por parte de um empresário, interessado em abrir o próprio estabelecimento, mas sem expor-se ao risco de iniciar uma marca nova e desconhecida do público. O interessado, então, associa-se a uma empresa já estabelecida e paga um valor para ter uma filial sob seu comando, e torna-se um franchiser, ou franqueado.

A empresa-franquia oferece ao franqueado a marca, infra-estrutura, e treinamento, e recebe, por sua vez, o pagamento de uma taxa mensal de franqueamento, fixa ou em percentagem sobre as vendas, a depender do contrato, além de um valor inicial pela adesão à cadeia.

“Para o franqueado, a principal vantagem é a facilidade de acesso à informação. A empresa fornece desde planeamento de contabilidade até treinamento de funcionários e instruções para recrutamento. Além disso, o empresário tem facilidades para obtenção de linhas de crédito, já que menos de 1% das franquias fecham as portas depois de um ano”, afirma o director executivo da Associação Brasileira de Franquias, Ricardo Camargo.

“Em relação a uma marca própria, o empresário que investe em franquia tem as vantagens financeiras de comprar produtos a preços vantajosos, já que os materiais são vendidos em larga escala, para todas as unidades. O investimento em marketing também é menos oneroso, uma vez que a marca em questão já está estabelecida e os sócios compartilham o gasto”, acrescenta. “Em relação a uma loja própria, a performance financeira da franquia é de 20 a 30 porcento superior”.

Ainda segundo o dirigente, uma empresa que abre um regime de franquia é a principal vantagem é diminuição de custos, que passam a ser compartilhados, o fortalecimento da marca, que se expande, e o know-how do associado, que conhece em mais detalhes o local onde quer implantar a franquia e o público-alvo específico. Em alguns casos específicos, a própria marca original pode tornar-se sócia do empresário franqueado.

Angola
Em Angola, devido ao pouco tempo passado desde o fim da guerra, em 2002, e aos altos custos de implantação de empresas, poucos empresários conseguiram trazer marcas estrangeiras para o país. As maiores empresas de franquia do mundo, como as redes de fast-food McDonald’s e Subway, ou as escolas Kumon.

Com a ausência destes grandes conglomerados, devido aos laços culturais empresas de Portugal e sobretudo do Brasil têm preenchido este sector ainda pouco explorado. “Temos no momento 17 empresas brasileiras a operar em Angola pelo regime de franquia, como a Livraria Nobel, Sapataria do Futuro, Werner’s, Mundo Verde e Pastelândia. Vamos estar na próxima edição da Filda com um stand, numa missão que deve também viajar a Moçambique em seguida. Nossa meta é que pelo menos 25 marcas brasileiras estejam presentes em Angola até ao fim do ano”, afirma o director executivo da ABF, Ricardo Camargo.

O dirigente acredita que essa meta será atingida devido às vantagens que o mercado angolano oferece: “O retorno de uma franquia no Brasil, em média, chega a 36 meses, mas em mercados como o de Angola, pode ser acelerado para um período entre 18 e 24 meses”. Ricardo Camargo acredita que os melhores sectores para a abertura de franquias em Angola são os de Moda, como vestuário e calçados, Beleza & Saúde, e Educação.

Fonte: Jornal de Economia e Finaças

nchise, ou franquia, na forma aportuguesada, é uma palavra que está cada vez mais a fazer parte do vocabulário de empresários de países emergentes e e

Angola economiza mais de USD 500 milhões com rápido desalfandegamento

Luanda - Com a redução do tempo de desembaraço de mercadorias,  no Porto de Luanda,   para cerca de 10 a 15 dias, o país já economizou entre 500 milhões a um bilião de dólares norte-americanos, informou esta segunda-feira, em Luanda,  o ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás.

Segundo o governante, o desembaraço de mercadorias no Porto de Luanda era retardado até 90 dias de forma dolosa, prejudicando a economia e com isso os importadores eram forçados a pagar diariamente onerosas taxas pela estadia das mesmas no recinto portuário.

O ministro prestou a informação numa reunião promovida pelo Conselho Nacional de Carregadores (CNC) que tinha como objectivo a apresentação do portal do CNC e da Bolsa Nacional de Fretes (BNF).

Na sua alocução, chamou atenção à necessidade de coragem e coerência na aplicação das medidas traçadas pelo governo para que o povo, principal destinatário dos serviços públicos, se beneficie das mesmas.

As medidas de facilitação do desembaraço de mercadorias no Porto de Luanda começaram a ser levadas a cabo pelo Ministério dos Transportes desde o ano transacto.

Fonte: AngoPress

Roberto Pascoal no CEJESCJovens empresários de Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia estiveram reunidos no dia 15 de Janeiro no Costão do Santinho em Florianópolis para debater sobre a reforma tributária nacional, cenário econômico brasileiro, oportunidades de negócio e assinatura de convênio entre o CEJESC e o Banco do Brasil, que proporcionará auxilio financeiro, através de soluções, produtos e serviços disponibilizados pelo banco.

Além dos 120 jovens empreendedores, o evento contou com a ilustre presença dos senhores Cleverson Siewert – Diretor do Tesouro do Estado, Antônio Marcos Gavazzoni – Secretário de Estado da Fazenda e do Deputado Federal Cláudio Vignatti.

A Lusoimpex participou do encontro apresentando de que forma as empresas brasileiras tem aproveitando as Guilherme Roque no CEJESCoportunidades de Angola, que passa por uma reconstrução após 30 anos de guerra. Roberto Pascoal, diretor comercial de Angola, também comentou sobre questões comportamentais e sociais e Guilherme Roque, diretor geral, demonstrou como a Lusoimpex tem contribuído para o desenvolvimento das relações comerciais entre os dois países.

Brasil quer mercado exportador de US$ 10 bi, diz ministro

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, afirmou nesta quinta-feira que o Brasil vai trabalhar este ano para conquistar um mercado importador, formado por diversos países, com potencial para elevar as vendas da balança comercial em até US$ 10 bilhões, principalmente na área de carnes.

Segundo o ministro, os mercados em questão ainda envolvem impasses, a maioria de ordem sanitária e fitossanitária, mas as negociações estão avançadas e as dificuldades poderão ser superadas neste ano pelas missões brasileiras. Este ano, o Brasil também quer vender mais para esses países carne suína, soja (principalmente para o México), produtos lácteos e frutas.

Stephanes informou que, no ano passado, o agronegócio foi responsável por 42% das exportações brasileiras, o que é um recorde nos últimos 30 anos. Em 2009, houve aumento das quantidades de produtos brasileiros embarcadas para o exterior, embora tenha havido queda de preços de 9,8% em relação a 2008, em consequência da crise financeira internacional.

De acordo com o ministro, o Brasil vai enviar neste ano 19 missões comerciais a 25 países, com o objetivo de ampliar a pauta de exportações. “Estamos vendendo para 180 países, mas podemos ampliar mais ainda os mercados compradores.”

Estão previstas ainda 12 missões que vão também percorrer diversos países, na área da promoção comercial, num trabalho que será feito em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

“O trabalho das missões é intensivo e permanente e muitas vezes pode durar até dez anos”, disse o ministro. Ele exemplificou que um questionário encaminhado ao Brasil pelo Japão, por exemplo, pesa 50 kg de papel. “O trabalho é difícil, mas necessário para a expansão comercial”.

Fonte: Agência Brasil

« Newer Posts - Older Posts »