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	<description>Comércio Exterior de Qualidade</description>
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		<title>A HORA DE EXPORTAR? É para já!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 17:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Departamento de Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas de Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Export Management]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue abaixo artigo do Dr. Nicola Minervini sobre a atual situação das exportações brasileiras, quebrando o paradigma de que apenas devemos exportar quando a relação cambial nos é favorável. Vale a pena ler.   O titulo desse artigo parece uma provocação, ou no mínimo uma pergunta na contramão ou, ainda, de alguém que não mora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo artigo do Dr. Nicola Minervini sobre a atual situação das exportações brasileiras, quebrando o paradigma de que apenas devemos exportar quando a relação cambial nos é favorável. Vale a pena ler.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td id="padding3" width="7%" valign="top"><img src="http://www.netcomex.com.br/lib/ImageControl.php?img=../noticias/20110817/d3835b6cbc1990a3275ab9e9562a76bf_nicolaminervini.jpg&amp;w=250" alt="" /></td>
<td id="padding3" width="93%" valign="top"> </p>
<p>O titulo desse artigo parece uma provocação, ou no mínimo uma pergunta na contramão ou, ainda, de alguém que não mora no Brasil (e isso é verdade, moro na Itália!)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="30" valign="top"><em>Por Nicola Minervini*</em></p>
<p>Como, exportar prá já? De que jeito?</p>
<p>Com esse Real que todo dia vale mais, com o mercado interno aquecido, com todo esse “custo Brasil” em cima, com a famosa reforma tributária que nunca sai, com os gargalos da cadeia logística e dos entraves burocráticos, etc, etc, etc?<br />
Quem tiver mais que coloque!</p>
<p>Vamos dar uma olhada na situação:</p>
<p>Europa em crise, Estados Unidos quase a beira da bancarrota, aqui entrando uma enxurrada de Dólares e Euros, seja para especular (com as fantásticas taxas de juro que temos por aqui) seja para investirem na Copa do 2014 (?), Olimpíadas, pré-sal, PAC, etc. (somos uma das poucas economias crescendo no cenário internacional e todo mundo lá fora quer um pouquinho): como vamos desvalorizar o Real?</p>
<p>Nossas exportações se vendem mais por toneladas (commodities) e menos por quilo (produtos com alto valor agregado). É obvio que isso é perigoso para a saúde do nosso comercio exterior, pois os preços das commodities estão sujeitos à altos e baixos, o preço da “inteligência”  (leia-se: design, processo produtivo, gestão da informação, presença nos mercados, etc.) tende sempre a subir. Continuando a exportar navios com soja ou carne ao preço de uma meia dúzia de containers de SUV’s, não vamos chegar longe!</p>
<p>Mais uma pedrada: o pessoal lá fora (e nós orgulhosamente espalhamos isso), sabe que agora somos a 7ª potência econômica e se tudo correr bem (?) seremos a quarta potencia daqui a alguns anos. E daí? Daí, não somos mais um país em desenvolvimento e justamente nos tiraram o tal de SGP (Sistema geral de preferência), pois país rico não precisa disso.</p>
<p>Que pena: a “bengala” do SGP nos dava uma entrada preferencial em vários mercados e agora nos cabe brigar em igualdades de condições (?) com outros Países ricos como nós! (da próxima vez, trataremos esse assunto da tal de potência, mais à moda mineira, muito discretamente, quase em silêncio!).</p>
<p>Vários produtos industrializados brasileiros estão sendo substituídos por produtos chineses nos mercados tradicionais onde exportamos. Setor têxtil, brinquedos, plásticos, lâmpadas, embalagens, calçados, vestuário, bastante afetados.</p>
<p>(veja, por exemplo, na Argentina onde os chineses estão nos tirando da jogada sobre muitos produtos, avançando em uma progressão geométrica: em 2003, o Brasil exportava para Argentina 8,6 vezes mais do que os chineses: hoje só ganhamos deles de 2,5 vezes &#8211; pode imaginar para quando será a ultrapassagem?) </p>
<p>O pior, 45% das empresas brasileiras (dados da CNI) estão sendo afetadas pela concorrência de produtos chineses, aqui, no nosso quintal. Moral da historia: estamos vendendo para eles, em toneladas (matéria-prima) e importamos por quilo (produtos manufaturados)!</p>
<p>É só esperar para ver como vai acabar esse jogo (o pior, sem regras e sem juiz, a quem talvez se poderia culpar!)</p>
<p>Até agora nesse jogo já estamos perdendo de 4 a 0:</p>
<p>1X0 &#8211; não dá para fazer muito com o cambio dólar/real;</p>
<p>2X0 &#8211; aumenta nossa vulnerabilidade exportando commodities e perdendo exportações de manufaturados;</p>
<p>3X0 &#8211; jogando em casa, estamos perdendo feio para os produtos importados: empresas que fecham, industriais  que viram comerciantes, desindustrialização;</p>
<p>4&#215;0 &#8211; custo Brasil aumentando (salários, insumos, logística, etc.). <br />
 <br />
Onde foi acabar a famosa criatividade brasileira, o jogo de cintura, o jeitinho, a “esperteza” natural? Até no futebol, no qual ninguém ganhava de nossa criatividade, temos tido resultados não entusiasmantes, não só nas últimas Copas do Mundo, mas até aqui mais perto de casa!</p>
<p>Nos entrincheiramos nos problemas de sempre: rodovias cheias de buracos, aeroportos no colapso, portos ineficientes, impostos, reformas em “banho Maria”, burocracia que nem se fala, parceiros comerciais às vezes pouco confiáveis, concorrentes desleais, etc.</p>
<p>Até agora falamos daquilo que está fora de alcance do dia a dia da empresa.</p>
<p>Como sair dessa?</p>
<p>Se insistirmos na situação conjuntural, então a receita é fácil: basta clonar o que fazem os países altamente exportadores. Aqui vai uma “lição de casa” que não é novidade para ninguém:</p>
<p>• Qualidade, transparência da gestão pública e estabilidade institucional.<br />
• Regulamentação favorecendo investimentos em competitividade.<br />
• Infraestrutura de 1° mundo.<br />
• Negociação para ter acesso aos mercados externos com acordos bi e multilaterais. (México e Chile que ensinam!)<br />
• Reforma tributaria (para não exportar impostos).<br />
• Incentivos à exportação (exemplo: linhas de crédito oficiais para importação de equipamentos, treinamento).<br />
• Articulação de uma estratégia exportadora mais ativa, desvinculada da conjuntura do mercado interno.<br />
• Investimento na formação tecnológica criando novas competências em produtos e serviços de alto valor agregado.<br />
• Geração e divulgação das marcas brasileiras e investimento para abrir canais de distribuição de produtos no exterior.<br />
• Criação de concreto suporte financeiro para as operações de comércio exterior.<br />
• Desenvolvimento de uma importante base de informações.<br />
• Investimento em educação e treinamento.<br />
• Incentivo a constituição de redes de empresas.<br />
• Simplificação dos processos administrativos.<br />
• Promoção da cultura exportadora.<br />
• Inserção de mais PMEs na exportação, diversificando mercados e produtos.</p>
<p>Não somos nós que vamos sugerir tudo isso, pois é elementar, além do fato de que no máximo podemos sugerir, mas não podemos agir!</p>
<p>O problema é que até fazer tudo isso que acabamos de indicar, talvez passe uma ou duas gerações, e nós como ficamos?</p>
<p>Então, “mudamos de página” e vamos dar uma olhada se dá para reduzir os efeitos negativos dessa situação fora de nosso alcance.</p>
<p>O que é que está ao nosso alcance?  Dar uma “chacoalhada” na nossa empresa! (ou como dizem os experts uma “re- engenharização”. Prefiro chacoalhada, pois tem que se pegar a empresa e revirar de cabeça para baixo).</p>
<p>Tenho certeza que vai ter muita coisa para mudar.</p>
<p>Começamos pelo início:</p>
<p>Como está nossa empresa; há quanto tempo que não lançamos um produto novo; há quanto tempo que o nosso produto não tem modificações; há quanto tempo não visitamos a maior feira do mundo do nosso setor para ver o que acontece no tal de mercado global; o nosso departamento de exportação conta com gente qualificada para isso, ou só tem alguém que fala algum idioma estrangeiro; quantos anos de uso têm nossas máquinas; temos terceirizado ao máximo; é viável uma “delocalização”; nossos processos produtivos estão atualizados; nosso pessoal está sendo treinado periodicamente; temos tirado pedido ou gerenciado a exportação; estamos na “zona de conforto” ou estamos pegando nossa maleta e garimpando os mercados; temos tendência mais para oportunismo ou para oportunidades; a exportação é meta de faturamento com lucro imediato ou é uma estratégia da empresa; temos sido agressivos como os chineses ou esperamos que alguém toque a nossa campainha; temos verificado se podemos intensificar o trabalho de “co-working” junto aos nossos fornecedores; temos comparado o preço de nosso produto com o preço no exterior do mesmo???</p>
<p>Porque tudo isso? Porque a competitividade começa na empresa! Eu posso viver no melhor país do mundo, um país onde até colocam o tapete vermelho para o exportador (como usa uma famosa linha de aviação brasileira para seus passageiros), mas se eu empresa não tiver cortado gordura internamente, não tiver uma visão global do meu negócio, uma atitude de médio longo prazo, uma cultura de internacionalização dentro da empresa (lembro que é muito mais difícil vender a idéia da exportação na empresa do que vender o produto lá fora), não vai adiantar ter  “o tapete vermelho” se eu estou parado.</p>
<p>Eu preciso ter uma velocidade natural pela minha competitividade “intrínseca“ como empresa; se depois tiver um empurrão, ótimo, vou aumentar a velocidade, mas devo ter uma velocidade mínima para aproveitar o empurre.</p>
<p>Traduzindo: o maior responsável (quase sempre) da competitividade na exportação é a empresa: portanto, primeiro colocamos “a casa em ordem” e depois vamos, com mais moral, pleitear mais ajuda (o empurrão da conjuntura)!</p>
<p>Pensamos por um instante como países onde existe um altíssimo custo de mão de obra, uma moeda forte, uma complicadíssima gestão do pessoal, conseguem ter saldo positivo na balança comercial de produtos manufaturados de centenas de bilhões de dólares (e não estou falando da China). Eles exportam “INTELIGÊNCIA” por gramas e não commodities a granel.</p>
<p>Exportam competência de gestão, design, inovação tecnológica, custos ao mínimo, alta eficiência por pessoal treinado, o gosto para o bem feito, elevada terceirização, “delocalização”, empresas em redes, controle da  distribuição, inteligência de informação, investimento em conhecimento de mercado, investimento em patentes e marcas.</p>
<p>O assunto é: tem que vender por gramas e não por toneladas.</p>
<p>Na Europa também tem produtos chineses e também fecharam um monte de empresas. Quais? As que tinham como vantagem competitiva o preço! E sempre terá um chinês com um preço a metade ou um quarto do seu. Se você competir por inovação, design, tecnologia, vai ter vida mais longa.</p>
<p>Anos atrás tive acesso a um estudo feito por uma Associação de produtores de calçados em outro país de América Latina, cujo titulo era “Como parar a invasão chinesa” (um calhamaço de 165 páginas).</p>
<p>É obvio que foi dinheiro jogado fora, pois as empresas que encomendaram esse estudo já não existem mais, pois não tem como “parar os chineses”.</p>
<p>Por outro lado, uma outra associação de produtores, para moda, encomendou  a um Instituto tecnológico e de gerenciamento, um estudo cujo titulo era ”Como melhorar a competitividade do setor de artigos de moda”.</p>
<p>Vocês já adivinharam quem investiu melhor dinheiro e tempo! </p>
<p>E então o que fazemos? Vamos continuar a resmungar a vida toda sobre cambio, reforma tributária, logística, e tudo o que falamos?</p>
<p>Até que a situação se “normalize”, talvez já não estejamos por aqui!</p>
<p>O negocio é arregaçar as mangas e vamos fazer um check-list na nossa empresa (como faz o comandante de um avião antes de sair do pátio de estacionamento para a pista de decolagem), vamos analisar a nossa competitividade interna, vamos pensando em alianças deixando de lado nossas virtudes latinas (individualismo por natureza, e desconfiados por vocação)! A esse propósito, experimente pensar: quantas empresas fecham por ser pequenas e quantas fecham por pensar pequeno?<br />
É agora que temos que pensar em exportar, já que com o mercado interno aquecido podemos ter uma margem de segurança a mais. Lembro que o pior momento para pensar em exportar é quando o mercado interno está em crise, pois na crise, você não tem recursos e calma para esperar os resultados da exportação, sem contar que talvez você tenha que “revolucionar“ a forma de produzir para ser competitivo lá fora. Não acha que é melhor iniciar antes que a crise te pegue?</p>
<p>E, depois não precisa ouvir isso: você não tem alternativa! Não está conseguindo exportar pela “conjuntura”, está perdendo mercados lá fora duramente conquistados, aqui dentro do seu mercado já está perdendo posição. A pergunta é: até quando vai agüentar?</p>
<p>Você precisa sair desse circulo vicioso: vai fazer uma visita na maior feira mundial do seu setor. Vai ser a forma mais barata para você elaborar seu plano de ação: se medindo com o mundo!</p>
<p>A hora de exportar é agora, preparando-se profissionalmente. Essa situação de conjuntura não vai mudar logo e você está lutando contra o tempo.</p>
<p>Pense em alianças, pense em novas características do produto, na embalagem, numa outra forma de vender, numa nova proposta da empresa, pense numa maior qualificação de pessoal, pense em novos mercados, pense que somos o povo mais criativo do mundo, (faça acordar em você aquela criatividade tropical pela qual somos tão famosos), pense hoje em exportar: amanha pode ser tarde!</p>
<p>Boa sorte!</p>
<p><em>*Nicola Minervini é consultor associado da Genesis Internacional e autor do livro “O Exportador”. </em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>FONTE: NETCOMEX</p>
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		<title>Angola: PIB deve crescer 7% em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 17:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil-Angola]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação para Angola]]></category>
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		<description><![CDATA[Angola: PIB deve crescer 7% em 2011   2011-02-18 11:55:50     Luanda – O Governo angolano avançou uma previsão da aceleração do crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) do país de 7% para 2011 e 15% para 2012. O anúncio foi feito pelo ministro da Economia, Abraão Gourgel, esta quinta-feira, na província da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Angola: PIB deve crescer 7% em 2011</p>
<p> </p>
<table border="0" width="420">
<tbody>
<tr>
<td><span><span style="line-height: 20px; font-size: xx-small;">2011-02-18 11:55:50</span></span></td>
<td align="right">
<div id="sizecontroldiv"><a href="http://www.lusoimpex.com.br/oblog/wp-admin/#smaller"></a> <a href="http://www.lusoimpex.com.br/oblog/wp-admin/#bigger"></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p align="justify">Luanda – O Governo angolano avançou uma previsão da aceleração do crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) do país de 7% para 2011 e 15% para 2012.</p>
<p align="justify">O anúncio foi feito pelo ministro da Economia, Abraão Gourgel, esta quinta-feira, na província da Huíla, durante a abertura do Primeiro Conselho Consultivo Alargado do Ministério da Geologia e Minas e Indústria.</p>
<p>De acordo com a Angola Press, o governante apontou como premissas para o alcance da meta a diversificação da economia por meio de uma estratégia virada para o mercado interno, executada na perspectiva de substituição de importações. A estratégia de diversificação virada para o mercado interno será executada através de uma política racional de substituição de importações, tendo em conta a elevada dependência das importações no consumo final, no intermediário e nos investimentos.</p>
<p>A agricultura será outra área apoiada pelo Governo angolano, para onde pretende canalizar recursos no sentido do seu relançamento. Este sector emprega presentemente 60% da população angolana. O fomento da agro-indústria e da indústria transformadora, com o intuito de potenciar e consolidar o processo de diversificação da economia nacional, é outro sector a privilegiar.</p>
<p>O Executivo perspectiva ainda a criação de novas oportunidades para a indústria extractiva e o fortalecimento de cadeias de suporte para a indústria transformadora.</p>
<p>(c) PNN Portuguese News Network</p>
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		<title>Lusoimpex desenvolve o mercado angolano para Atlântica Máquinas</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 20:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Exportação para Angola]]></category>
		<category><![CDATA[FILDA]]></category>
		<category><![CDATA[Máquinas de Blocos de Concreto]]></category>
		<category><![CDATA[Atlântica Máquinas]]></category>
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		<description><![CDATA[A Agência de Publicidade Mythos em parceria com a Lusoimpex desenvolveu folder da Atlântica Máquinas que irá ser utilizado por nossos representantes em Angola. Além desse material, foram distribuídos mais de 5.000 panfletos com promoção especial, durante a FILDA 2010. Com essa ação pretendemos aguçar o interesse do angolano pelos equipamentos de fazer blocos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-388" title="IMG_0013" src="http://www.lusoimpex.com.br/oblog/wp-content/uploads/2010/08/IMG_0013-200x300.jpg" alt="IMG_0013" width="200" height="300" /><img class="alignnone size-medium wp-image-385" title="amostra Lamina A4 atlantica maquinas adaptacao" src="http://www.lusoimpex.com.br/oblog/wp-content/uploads/2010/08/amostra-Lamina-A4-atlantica-maquinas-adaptacao-300x204.jpg" alt="amostra Lamina A4 atlantica maquinas adaptacao" width="300" height="204" /></p>
<p>A Agência de Publicidade Mythos em parceria com a Lusoimpex desenvolveu folder da Atlântica Máquinas que irá ser utilizado por nossos representantes em Angola.</p>
<p>Além desse material, foram distribuídos mais de 5.000 panfletos com promoção especial, durante a FILDA 2010.</p>
<p>Com essa ação pretendemos aguçar o interesse do angolano pelos equipamentos de fazer blocos de concreto, fabricados pela nossa cliente Atlântica Máquinas.</p>
<p>O nosso grande diferencial é que conseguimos oferecer ao cliente angolano uma solução de venda DDP (com entrega em Luanda) do equipamento, à um custo de mercado e num prazo menor do que ele estava habituado.</p>
<p>O interesse demonstrado tem sido muito intenso. Esperamos aumentar expressivamente as vendas dos equipamentos e Angola com essa ação promocional e com o trabalho intenso de nossos representantes em Luanda.</p>
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		<title>Lula apoia acordo entre BES, Bradesco e Banco do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 20:51:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lula apoia acordo entre BES, Bradesco e Banco do Brasil Um negócio que contou com a aprovação do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que recebeu os presidentes dos bancos, após a assinatura do acordo de entendimento. Da Redação Brasília &#8211; O presidente do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Salgado, disse, nesta segunda-feira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h3>Lula apoia acordo entre BES, Bradesco e Banco do Brasil</h3>
<p>Um negócio que contou com a aprovação do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que recebeu os presidentes dos bancos, após a assinatura do acordo de entendimento.</p>
<p>Da Redação</p>
<p>Brasília &#8211; O presidente do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Salgado, disse, nesta segunda-feira (9), que o acordo firmado com o Banco do Brasil e o Bradesco é uma alavanca extraordinária para os negócios do BES África, a holding do banco português para os negócios em países africanos.</p>
<p>A aliança &#8220;potencia o desenvolvimento em África das atividades da BES África&#8221;, disse o presidente da instituição financeira portuguesa, citado pelo Jornal de Negócios.</p>
<p>Ricardo Salgado destacou a importância do acordo com os dois bancos brasileiros, para expandir operações em países como Angola e Moçambique e Cabo Verde, onde o BES já está presente, mas também para o Norte de África.</p>
<p>Um negócio que contou com a aprovação do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que recebeu os presidentes dos três bancos, após a assinatura do acordo de entendimento.</p>
<p>&#8220;Tive oportunidade de estar com o presidente Lula&#8221;, afirmou Ricardo Salgado, &#8220;e agradeci-lhe a sua intervenção na parceria [da Portugal Telecom] com a Oi/Telemar&#8221;, que viabilizou simultaneamente a venda da Vivo à Telefónica. &#8220;Ele está muito contente com a parceria&#8221;, disse Ricardo Salgado ao Negócios.</p>
<p>Em comunicado, o BES salientou que &#8220;esta parceria consolida o acerto e oportunidade da estratégia internacional seguida pelo BES, focada no triângulo Portugal-Brasil-África&#8221;.</p>
<p>Num primeiro momento, esta parceria vai consubstanciar-se na abertura do capital da BES África – holding do Grupo BES para as participações em entidades financeiras em África – ao Banco do Brasil e ao Bradesco. Esta holding irá coordenar os futuros investimentos dos três grupos bancários em África, envolvendo a aquisição de participações em bancos e/ou o estabelecimento de operações próprias dos accionistas.</p>
<p>A parceria agora estabelecida irá potenciar as sinergias que resultam da crescente aposta que as empresas portuguesas e brasileiras vêm fazendo em África e consubstancia a complementaridade entre Portugal e o Brasil na abordagem ao mercado africano.</p>
<p>O estatal Banco do Brasil e o Bradesco estão entre as maiores instituições financeiras brasileiras. O Banco do Brasil com volume de ativos da ordem de 708,5 bilhões (mil milhões) de reais em dezembro de 2009, está presente em 23 países e possui 43 pontos de atendimento no exterior, incluindo um escritório de representação em Luanda (Angola).</p>
<p>O Bradesco é um dos maiores bancos privados brasileiros, com ativos totais equivalentes a 558,1 bilhões de reais em 30 de junho de 2010, com presença nos 5 564 municípios brasileiros.</p></div>
<div> </div>
<div>Fonte: Revista África 21</div>
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		<item>
		<title>FMI diz que economia angolana está a crescer</title>
		<link>http://www.lusoimpex.com.br/oblog/archives/378</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 20:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANGOLA]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento Angolano]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Angolana]]></category>

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		<description><![CDATA[FMI diz que economia angolana está a crescer O valor total do acordo entre Angola e o FMI, com a duração de 27 meses, é de 1,4 mil milhões de dólares, dos quais 30 por cento deve ser obrigatoriamente utilizado no sector social. Da Redação, com revista África 21     Luanda &#8211; A economia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>FMI diz que economia angolana está a crescer</h3>
<p>O valor total do acordo entre Angola e o FMI, com a duração de 27 meses, é de 1,4 mil milhões de dólares, dos quais 30 por cento deve ser obrigatoriamente utilizado no sector social.</p>
<p>Da Redação, com revista África 21</p>
<div style="width: 200px;">
<p> </p>
<p><img src="http://www.interjornal.com.br/fotos/10482482m.jpg" alt="" width="200" /> </div>
<p>Luanda &#8211; A economia angolana regista uma recuperação “vigorosa”, como resultado do aumento do preço e da produção do petróleo.</p>
<p>A avaliação foi feita pelo gambiano Lamin Leigh, chefe de uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) que esteve em Luanda de 28 de Julho a 6 de Agosto, para apreciar o cumprimento do acordo de stand by assinado com as autoridades angolanas em Setembro de 2009.</p>
<p>O valor total do acordo entre Angola e o FMI, com a duração de 27 meses, é de 1,4 mil milhões de dólares, dos quais 30 por cento deve ser obrigatoriamente utilizado no sector social.</p>
<p>Até agora, o fundo já desembolsou 500 milhões de dólares, devendo desembolsar outra tranche na sequência da avaliação acabada de realizar pela missão chefiada por Leigh.</p>
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		<title>Paraná vai ajudar Angola em programa de mobilidade urbana &#8211;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 20:44:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paraná vai ajudar Angola em programa de mobilidade urbana - 10/08/2010 16:26 Paranaenses poderão capacitar equipes angolanas que atuarão na elaboração de um programa de mobilidade urbana para a cidade de Luanda. Uma parceria com esse objetivo, a ser firmada entre o Governo do Paraná, a República de Angola e o Banco Mundial, começou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Paraná vai ajudar Angola em programa de mobilidade urbana <span>- 10/08/2010 16:26</span></h2>
<div>Paranaenses poderão capacitar equipes angolanas que atuarão na elaboração de um programa de mobilidade urbana para a cidade de Luanda. Uma parceria com esse objetivo, a ser firmada entre o Governo do Paraná, a República de Angola e o Banco Mundial, começou a ser analisada pelo secretário do Desenvolvimento Urbano, Wilson Bley Lipski, e a coordenadora de projetos do Banco Mundial para a África, Paula Pini, que esteve em Curitiba para conhecer as soluções paranaenses nas áreas de mobilidade e transporte coletivo urbano.</p>
<p>Segundo Paula, o foco do trabalho será na área de integração do transporte coletivo entre a capital angolana e sua região metropolitana. “O Paraná é bastante conhecido no exterior pelas suas bem-sucedidas soluções para o problema da mobilidade e do transporte de passageiros. Por isso, viemos conhecer este trabalho para estabelecer uma futura parceria”, afirmou.</p>
<p>“Estamos à disposição, dentro das nossas possibilidades, para desenvolver em Angola as ações que asseguraram ao Paraná mais de sete anos de real acompanhamento da gestão pública e qualificação de seus servidores”, disse o secretário Wilson Lipski.</p>
<p>Ele lembrou que, desde 2003, o Governo do Estado realiza ações para capacitação dos servidores municipais e de líderes públicos, como o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública, que deverá contabilizar cerca de 20 mil alunos e atender 300 municípios, até o fim do ano.</p>
<p>“Em dez anos, teremos 50 mil servidores municipais graduados em gestão pública no Estado, principalmente nas regiões com menor IDH [Índice de Desenvolvimento Humano]. Isto vai auxiliar os municípios na tarefa de pensar a cidade e de planejar as suas ações”, afirmou. Paula Pini disse que a capacitação de gestores e de servidores públicos também poderá ser objeto de um termo de cooperação entre o Paraná e Angola.</p>
<p>TRANSPORTE &#8211; O secretário mostrou para a coordenadora do Banco Mundial as diretrizes e ações do Programa de Integração do Transporte (PIT), realizado pela Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), vinculada à Sedu, que tem como objetivo estabelecer um novo eixo de transporte entre Curitiba e Região Metropolitana.</p>
<p>Com investimentos de R$ 124 milhões, o programa prevê melhorias em 75 quilômetros de obras viárias, duplicação de vias públicas, construção de trincheiras e construção, reforma e ampliação de 17 terminais metropolitanos de transporte coletivo.</p>
<p>O secretário lembrou ainda que, por meio do PAC da Mobilidade, serão destinados outros R$ 229,5 milhões em recursos do Governo Federal para o início de construção de um corredor metropolitano, de vias radiais de ligação entre a capital e o seu entorno e para implantação de um sistema de monitoramento do tráfego, criando rotas alternativas de tráfego entre Curitiba e a região metropolitana.</p>
<p>DESENVOLVIMENTO &#8211; Lipski apresentou o funcionamento, estruturação e atuação da Sedu e do Serviço Social Autônomo Paranacidade, e destacou a criação do Fundo de Desenvolvimento Urbano (FDU), administrado em parceria com a Agência de Fomento do Paraná S.A. (AFPR), que dispõe de aproximadamente R$ 1,5 bilhão para financiamento de obras e ações de infraestrutura urbanas aos municípios paranaenses.</p>
<p>“Está foi uma forma de alavancar as obras nos pequenos municípios, que têm capacidade financeira muito limitada para estes projetos. Sabemos que, do total da receita deles, sobra de 7% a 10% da arrecadação, descontos os investimentos legais em áreas como educação, saúde e assistência social”, informou Lispki.</p>
<p>Para Paula, a alternativa vai ao encontro do grande assunto da África no momento, que é o fortalecimento dos governos locais. “É necessário criar entidades gestoras locais para atender as novas demandas de serviço que a urbanização pede. Neste contexto, a gestão urbana é um grande tema para as políticas setoriais”, comenta a coordenadora do Banco Mundial.</p>
<p>Também participaram da reunião o diretor-geral da Sedu, Mario Figueiredo, e a arquiteta e urbanista Rajindra Kaur Singh, ex-superintendente executiva do Paranacidade.</p></div>
<div>Fonte:  AEN-PR</div>
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		<title>Angola poderá ser a quinta maior economia de África em 2014</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 17:39:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Angola poderá ser a quinta maior economia de África em 2014 A economia angolana poderá tornar-se a quinta maior do continente africano em 2014, segundo projecções do economista angolano Alves da Rocha. “Caso esse desiderato seja atingido, a economia angolana ficará a frente das economias de Marrocos e Líbia e atrás da África do Sul, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #666666; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px;"> </span></p>
<h2 style="margin: 0px 0px 5px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 24px; background-color: transparent; color: #666666; line-height: 1.3; font-weight: bold;"><span style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 14px; background-color: transparent;"><strong style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 14px; background-color: transparent;">Angola poderá ser a quinta maior economia de África em 2014</strong></span></h2>
<div style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 11px; background-color: transparent; display: block; overflow: hidden; color: #999999;">
<div style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 11px; background-color: transparent;"></div>
</div>
<div style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 12px; background-color: transparent;">
<p style="margin: 15px 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 12px; background-color: transparent;"><span style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 14px; background-color: transparent;"><strong style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 14px; background-color: transparent;"> </strong></span></p>
<p style="margin: 15px 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 12px; background-color: transparent;"><span style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 14px; background-color: transparent;"><strong style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 14px; background-color: transparent;"> </strong></span></p>
<p style="margin: 15px 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 12px; background-color: transparent;"><span style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 12px; background-color: transparent;">A economia angolana poderá tornar-se a quinta maior do continente africano em 2014, segundo projecções do economista angolano Alves da Rocha.</span></p>
<p>“Caso esse desiderato seja atingido, a economia angolana ficará a frente das economias de Marrocos e Líbia e atrás da África do Sul, Nigéria, Egipto, Argélia”, declarou o técnico, durante uma palestra sobre “A posição estratégica de Angola em África” no Fórum Estratégia e Competitividade, realizado em Luanda.</p>
<p>Essa projecção, segundo Alves da Rocha, é feita com base na evolução satisfatória que se tem registado nos últimos anos na taxa de Rendimento Nacional Bruto (RNB), na dinâmica da economia e no poder de compra dos seus habitantes.</p>
<p>Essa posição, advertiu, pode também ser concretizada caso haja uma estratégia empresarial consolidada, maior abertura da economia nacional ao estrangeiro, de modo ponderado, e maior competitividade nas empresas, assim como em outros sectores de actividade.</p>
<p>Nos anos de 2007 e 2008, mencionou, a economia angolana foi consecutivamente a sétima maior de África, entre 48 países, posicionando-se atrás da África do Sul (primeira da lista), Nigéria e Egipto, de acordo com dados da revista internacional de Economist Intelligent.</p>
<p>Nos anos em análise, notou, Angola apresentou valores do RNB que a permitiram ocupar essa posição, um lugar, que na sua óptica, constitui um desafio para os empresários angolanos e estrangeiros.</p>
<p>“O alcance dessa posição significa que há um espaço em África que pode ser cada vez mais conquistado, a julgar pela capacidade económica que Angola vem apresentando nos últimos anos, por isso é necessários mais investimentos e atitude empresarial”, afirmou.</p>
<p>Referiu que pesquisas da revista Intelligent demonstram que Angola tem condições para se tornar numa potência regional em África, avançando, entre outras, razões para isso o poderio militar, considerada já uma potência regional, pelo efectivo militar (constituído pelo menos 100 mil militares), equipamentos modernos das Forças Armadas Angolanas (FAA), assim como pela influência política do país.</p>
<p>A nível da Comunidade Económica do Estados da África Central (CEEAC), salientou que em 2008 a economia angolana foi a primeira da zona, seguida das economias dos Camarões, Gabão, RD Congo, Congo, Tchad e Ruanda.</p>
<p>Já na SADC, referiu que em 2008 Angola foi a segunda maior economia da região, a seguir a África do Sul e afrente da Tanzânia, Botswana, Zâmbia, Namíbia.</p>
<p>A dissertação de Alves da Rocha inseriu-se no fórum sobre Estratégia e Competitividade, uma promoção do FACIDE (Fórum Angolano para a Competitividade, Inovação e desenvolvimento), destinado a contribuir na dinâmica económica e comercial que se regista no país nos últimos dias, através de palestras de economistas nacionais e internacionais.<br />
<span style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 10px; background-color: transparent;"><br />
<span style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: 10px; background-color: transparent;">Fonte:</span><span style="margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px; outline-width: 0px; font-size: x-small; background-color: transparent; font-family: Verdana; color: #666666;">TPA</span></span></div>
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		<title>Luanda é a cidade mais cara do mundo; São Paulo, a das Américas.</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 17:54:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Luanda é a cidade mais cara do mundo; São Paulo, a das Américas. Londres, 28 de junho (Reuters Life!) &#8211; Por Paul Casciato Luanda, a capital de Angola, é neste ano a cidade mais cara do mundo para expatriados, à frente de Tóquio, no Japão, e de Ndjamena, no Chade, segundo a Pesquisa Global Mercer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: tahoma;"><strong>Luanda é a cidade mais cara do mundo; São Paulo, a das Américas.</strong></span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">Londres, 28 de junho (Reuters Life!) &#8211; Por Paul Casciato</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">Luanda, a capital de Angola, é neste ano a cidade mais cara do mundo para expatriados, à frente de Tóquio, no Japão, e de Ndjamena, no Chade, segundo a Pesquisa Global Mercer do Custo de Vida.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">São Paulo, em 21o lugar na lista global, é o lugar mais caro das Américas por causa da valorização do real. Entre as 214 cidades pesquisadas, Karachi, no Paquistão, é a mais barata.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">Pela primeira vez, três cidades africanas estão entre as dez mais caras. Além de Luanda e Ndjamena, entrou também Libreville, no Gabão, que aparece em sétimo lugar.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">Entre as dez mais há também três asiáticas (Tóquio e Osaka, em 6o, e Hong Kong, empatada em 8o) e quatro europeias (Moscou, em 4o, Genebra, em 5o, Zurique, empatada em 8o, e Copenhague, em 10o).</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">A pesquisa abrange mais de 200 itens.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">&#8220;Nossas cidades são selecionadas com base nos pedidos dos nossos clientes multinacionais&#8221;, disse Nathalie Constantin-Metral, pesquisadora-sênior da Mercer, em nota que acompanha a pesquisa.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">Segundo ela, vários setores &#8211;mineração, serviços financeiros, energia, empresas aéreas e indústrias&#8211; pediram mais informações sobre cidades africanas.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">Sete cidades chinesas aparecem no ranking de 2010, num sinal de que, para as multinacionais, o país não se restringe a Pequim, Xangai e Hong Kong.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">Na Europa, a cidade mais barata é Tirana (Albânia), em 200o lugar no ranking. No Oriente Médio, a mais cara é Tel Aviv (19o lugar), e a mais barata é Trípoli (Líbia, 86o).</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">Nos Estados Unidos, as mais caras são, pela ordem, Nova York (27o lugar) e Los Angeles (55o). A cidade de Winston Salem é a mais barata do país para estrangeiros viverem, em 197o lugar no ranking geral.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">&#8220;O enfraquecimento do dólar diante de várias outras moedas, junto com uma redução no custo da acomodação de aluguel, puxou as cidades dos Estados Unidos para baixo no ranking&#8221;, disse Constantin-Metral.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">Na América do Sul, o Rio de Janeiro é a segunda mais cara (29o lugar mundial), seguida por Havana (45o), Bogotá (66o) e Brasília (70o).</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;">Buenos Aires ficou em 161o lugar, e Manágua é a cidade mais barata da América Latina, em 212o lugar na lista mundial.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;"><strong>Fontes e mais informações:</strong></span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;"> </span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;"><a href="http://www.straitstimes.com/BreakingNews/Money/Story/STIStory_547117.html">http://www.straitstimes.com/BreakingNews/Money/Story/STIStory_547117.html</a></span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;"> </span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;"><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/8094873.stm">http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/8094873.stm</a></span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;"> </span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;"><a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/100628/mundo/mundo_geral_cidades_caras">http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/100628/mundo/mundo_geral_cidades_caras</a></span></div>
<div><span style="font-family: tahoma;"> </span></div>
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		<title>Angola &#8211; “Economia real” começa a mexer</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 11:23:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Exportação para Angola]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que a economia angolana volta a entrar nos eixos. Depois da crise, a retomada é esperada, para o segundo semestre de 2010. Esta visão de cenário macroeconômico é muito importante para os empresários que querem entrar naquele país. Apreciem a leitura. Guilherme Roque &#8211; Diretor Geral Angola &#8211; “Economia real” começa a mexer Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que a economia angolana volta a entrar nos eixos. Depois da crise, a retomada é esperada, para o segundo semestre de 2010. Esta visão de cenário macroeconômico é muito importante para os empresários que querem entrar naquele país.</p>
<p>Apreciem a leitura.</p>
<p>Guilherme Roque &#8211; Diretor Geral</p>
<p><strong>Angola &#8211; “Economia real” começa a mexer</strong></p>
<p>Por enquanto, os resultados não são bombásticos. Mas, depois de mais de doze meses de crise, parece que a “economia real” angolana começa a mexer.</p>
<p>Alberto Sampaio, Revista África 21 *</p>
<p>Luanda &#8211; Por enquanto, os resultados não são bombásticos. Mas, depois de mais de doze meses de crise, parece que a “economia real” angolana começa a mexer. Segurados os fundamentos macro-económicos, o principal desafio do Estado é como injectar dinheiro no mercado, para pôr outra vez o país a funcionar como no ano histórico de 2008.</p>
<p>Depois da abrupta queda registada entre Dezembro de 2008 e Maio de 2009, as reservas angolanas têm registado uma consistente tendência para o crescimento, tendo alcançado, em Março deste ano, quase 14 mil milhões de dólares. Por outro lado, a moeda nacional – o kwanza –, fortemente depreciado durante o ano passado, também tem subido nas últimas semanas, mantendo-se estável em relação à cotação do dólar.</p>
<p>As duas coisas estão ligadas. Com efeito, o incremento das reservas &#8211; fruto, sobretudo, do aumento das exportações de petróleo, associado à respectiva alta de preço no mercado internacional para cerca de 80 dólares o barril &#8211; tem possibilitado, entre outros, a reactivação da venda de dólares pelo Banco Nacional de Angola (BNA), o que contribui para a relativa estabilidade do kwanza. Só na primeira quinzena do passado mês de Maio, o BNA vendeu aos bancos comerciais 260 milhões de dólares.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a inflação registou uma desaceleração ligeira. Nos dois primeiros meses deste ano, baixou para 13,6%, o que, contudo, continua acima da estimativa oficial para a inflação anual de 2010: 13 %. Segundo os analistas, esse patamar parece difícil de alcançar, devido ao padrão da evolução dos preços em Angola, cuja economia é essencialmente “importadora”, e da desvalorização da moeda nacional.</p>
<p><strong>Sinais promissores</strong></p>
<p>Na óptica do Fundo Monetário Internacional (FMI), com quem o governo assinou em Novembro do ano passado um acordo stand by no valor de 1,4 mil milhões de dólares, trata-se de um “bom começo na implementação de um programa abrangente de reforma para corrigir os desequilíbrios macro-económicos”. No mês passado, o FMI liberou a segunda tranche, no valor de 171,5 milhões de dólares, do referido empréstimo. O total disponibilizado pelo fundo, até agora, é de 514,5 milhões de dólares.</p>
<p>Com os fundamentos macro-económicos aparentemente sob controlo e tranquilizadas pelo aumento das receitas petrolíferas e pelo acordo com o FMI, as autoridades começaram a pagar a dívida interna, calculada em 4,5 mil milhões de dólares, o que é determinante para a reactivação da economia real. Parte dessa dívida será paga com Obrigações do Tesouro (OT), sendo a ideia usar essa modalidade no caso dos credores que tiverem mais de 30 milhões de dólares a receber do Estado.</p>
<p>Outro sinal promissor é a inversão da tendência de abrandamento do crédito bancário à economia registado no auge da crise. O facto dos bancos já terem realizado o ajustamento dos seus balanços ao novo coeficiente de reservas obrigatórias fixado pelo BNA e o incremento dos depósitos bancários contribuíram para o aumento da liquidez do sistema, permitindo, a partir do último trimestre de 2009, uma aceleração dos créditos. O que, entretanto, inquieta os observadores é que o crédito a particulares e o crédito ao comércio continuam a ser mais importantes do que o crédito produtivo, incluindo o crédito agrícola.</p>
<p>Nos últimos dias de Maio, o mercado foi surpreendido com uma boa notícia que poucos esperavam: a retomada da produção diamantífera. Com efeito, a concessionária estatal Endiama assinou um contrato com a Somiluana para a exploração de uma nova mina localizada na província da Lunda Norte. A Somiluana, uma associação entre a Endiama, a sul-africana Trans Hex e três desconhecidas empresas privadas angolanas – Caxingi, Wenji e Za-Kufuna -, investiu 28 milhões de dólares no projecto, que, segundo o presidente da Endiama, Carlos Sumbula, está pronto a arrancar.</p>
<p><strong>Perspectivas e desafios</strong></p>
<p>O maior desafio das autoridades é injectar dinheiro na economia, para pô-la novamente a funcionar como no passado recente. O aumento das receitas petrolíferas e o financiamento do FMI ajudam a realizar esse objectivo, mas as autoridades querem lançar mão, igualmente, de outras alternativas, como a venda de Obrigações do Tesouro no mercado interno e de títulos da dívida no mercado externo.</p>
<p>Assim, e enquanto um total em kwanzas equivalente a dois mil milhões de dólares em OTs foi colocado no mercado local pelo BNA no passado mês de Maio, Angola colocará este mês à venda no mercado internacional, pela primeira vez, os seus títulos soberanos, no valor de quatro mil milhões de dólares. A operação, liderada pelo banco americano JP Morgan &amp; Chase Co., segue-se à atribuição do nível B+ à dívida do país atribuída, no final de Maio, pelas agências de rating Standard &amp; Poor’s, Fitch e Moody’s.</p>
<p>Essa classificação é igual à da Nigéria, correspondendo também à classificação inicial de países emergentes, como o Brasil ou a Rússia. As referidas agências prevêem a subida de Angola para o nível imediatamente superior (BB) num prazo relativamente curto, “se as perspectivas de progresso económico e institucional do país se concretizarem”.</p>
<p>A “diplomacia económica” também continua a ser utilizada por Angola para captar os recursos de que precisa para continuar a crescer. As autoridades angolanas pretendem, por exemplo, transformar a actual crise na zona euro numa oportunidade para atrair empresários europeus para investirem em Angola.</p>
<p>“As empresas espanholas, que, por força da crise internacional, se viram mergulhadas numa insolvência, podem encontrar em Angola uma oportunidade para a sua revitalização e contribuir para o esforço do governo angolano para melhorar a vida da população” – disse no mês passado em Madrid o presidente da Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP), Aguinaldo Jaime.</p>
<p>Obviamente, é difícil prever qual será a resposta dos investidores, quer locais quer estrangeiros, mas as autoridades parecem optimistas quanto à possibilidade de arrecadarem os fundos necessários para animar a economia. Um sinal disso é o compromisso do governo de incluir no Orçamento rectificado que submeterá à Assembleia Nacional no próximo mês de Julho verbas para pagar a maior parte da dívida interna em atraso.</p>
<p>A eliminação das actividades não fiscalizadas da estatal petrolífera Sonangol e a melhoria do foco do programa de investimentos públicos são outros dois objectivos do Orçamento. A poupança obtida com essas medidas será direccionada para as rubricas sociais. Vivendo 60 por cento da população em situação de miséria extrema, a questão social é absolutamente crucial, económica e politicamente.</p>
<p><strong>Artigo de Alberto Sampaio, publicado na edição de junho da Revista África 21</strong></p>
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		<title>Lusoimpex na FILDA 2010</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 14:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Lusoimpex, participará mais uma vez, da maior feira multisetorial de Angola, a FILDA. Em nossa participação deste ano, iremos focar a promoção de produtos de nossas representadas. Serão efetuadas algumas ações promocionais, como por exemplo, degustação de produtos da VAPZA, promoção especial de venda das máquinas de bloco de concreto da Atlântica Máquinas. Enfim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Lusoimpex, participará mais uma vez, da maior feira multisetorial de Angola, a FILDA. Em nossa participação deste ano, iremos focar a promoção de produtos de nossas representadas. Serão efetuadas algumas ações promocionais, como por exemplo, degustação de produtos da VAPZA, promoção especial de venda das máquinas de bloco de concreto da Atlântica Máquinas. Enfim, é mais uma vez a Lusoimpex inovando no mercado angolano, levando o que há de melhor no Brasil para Angola.</p>
<p>Aguardem novidades. Iremos postar fotos, e notícias sobre nossa participação este ano.</p>
<p>Guilherme Roque &#8211; Diretor Geral</p>
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